Judite Botafogo (PSDB) toma posse nesta sexta (1º) como prefeita de Lagoa do Carro. Além dela, 11 vereadores assumem o cargo; eles foram eleitos em 15 de novembro. Suplentes podem substituir os vereadores que deixarem o cargo para ocupar uma outra função.
A nova prefeita de Lagoa do Carro, Judite Botafogo (PSDB), toma posse nesta sexta-feira (1º). Além dela, 11 vereadores assumem o cargo na Câmara Municipal para a legislatura 2021-2024.
A prefeita Judite Maria Botafogo Santana da Silva tem 64 anos, é viúva, declara ao TSE a ocupação de prefeita e tem superior completo. Ela não declara nenhum bem como patrimônio.
Já a vice Cristiane Marcia das Chagas (Cristiane Marcia das Chagas), do PSB, tem 41 anos, é casada e tem superior completo. Ela não declara nenhum bem como patrimônio.
A prefeita e os vereadores do município foram eleitos em novembro do ano passado. As maiores bancadas serão do PSB, PSDB e Solidariedade, com 2 vereadores cada um.
Cabe à prefeita decidir onde aplicar os recursos repassados ao município pelo Estado ou pelo governo federal e como administrar o que é arrecadado de impostos, como IPTU e ISS. Ela também é responsável pelas políticas de áreas como educação, saúde, moradia, transporte público e saneamento básico. Para isso, conta com secretários que são nomeados. A prefeita também precisa trabalhar junto com os vereadores, que representam os cidadãos no Legislativo municipal.
Os vereadores são responsáveis por elaborar e propor leis. Os vereadores podem decidir, por exemplo, sobre a criação de políticas públicas. E têm a obrigação de fiscalizar o uso do dinheiro pelo Executivo e analisar a Lei Orçamentária Anual (LOA), que estabelece as despesas do ano seguinte do município.
Há a possibilidade de vereadores deixarem os cargos para assumir funções na prefeitura. Quando isso acontece, o cargo é assumido por um suplente.
Os vereadores de Lagoa do Carro vão representar 18.252 habitantes. A cidade pernambucana tem um PIB de R$ 228.084.089,00 e um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,609, segundo a última medição do IBGE, que é de 2010. O IDH vai de 0 a 1 – quanto maior, mais desenvolvida a cidade – e tem como base indicadores de saúde, educação e renda.
A média no Brasil é de 0,765, segundo dados de 2019 divulgados em 15 de dezembro de 2020 pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD).
